Páginas

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Feliz natal e próspero ano novo para todo mundo!

Não é falsidade. Eu realmente desejo que todos tenham um feliz natal do lado de suas famílias, ou de quem amam e um ano novo que traga prosperidade e felicidade. Mas isso é uma preocupação só sua; que fique bem claro, não dou a mínima se você vai conseguir concretizar isso ou não. E também é óbvio que somente desejar essas coisas não faz com que elas aconteçam. E um simples virar de página de calendário também não, mas desejo assim mesmo. Boa sorte na sua busca por essas realizações (do inglês realize = perceber) porque no fim das contas isso tudo é uma questão de percepção. Então: Feliz Natal, Feliz Ano Novo e; cuide-se.

Quer dizer... Falando sério eu não ligo para o que você vai fazer com o seu fim de ano ou com seu natal. É verdade. Por mais fotos que você poste (verbo = postar, substantivo [no meu entender] = postagem ou post) no seu mural do facebook. É sério. No máximo eu vou ficar sabendo o que você fez ou vai fazer, mas no fundo eu tenho a minha vida pra me preocupar, o meu natal pra comemorar e o meu ano de 2013 pra conquistar ou pelo menos evitar a repetição do desastre que foi 2012.

Ficou magoado? Não sei por quê. Eu sei que você está pouco se lixando para o meu fim de ano mesmo e nem por isso tô por aí choramingando ou "magoado". E qual é o problema em não dar a mínima para o que você vai fazer nesse final de ano? Não é educado dizer isso? Ah, faça me o favor! Não é porque você não diz que tá pouco se lixando para o natal dos outros e está 100% preocupado com o seu próprio que as outras pessoas vão ter um comportamento diferente do seu e vão passar a dar a mínima para a sua felicidade nesse fim de ano.

Não seja hipócrita... Ou seja... O que te deixar mais feliz.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Segunda Avaliação de Criação Publicitária - alguns trabalhos

Dois trabalhos que eu não consegui subir para o facebook.

 Banner de internet (tamanho real)
Gif animado apresentando o funcionamento aproximado do Hotsite (tamanho reduzido).

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Portfólio Acadêmico (trabalhos de faculdade)


"Cartão de visita" - cores que me representam




Adaptação de Spot de Rádio para cartaz
(acadêmico e sem fins lucrativos)





Peça conceito sobre o "parque Radkal" e criação de logo





Cartaz "sobre" uma exposição




 Cintas alternando a disposição do texto e mantendo a imagem





Exercício sobre hierarquia e distribuição de peso (imagem e texto)




Dois exemplos de banner de internet estático (All Type)



Cartazes (mais e menos abstratos)

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Inauguração da Árvore da Lagoa - À distância da festa... mas com vídeo!


No dia 1º de dezembro de 2012 foi realizada a inauguração da 17ª edição da Árvore de Natal da Bradesco Seguros na Lagoa Rodrigo de Freitas ou, para os íntimos, simplesmente a comemoração de 17 anos da Árvore da Lagoa. Dessa vez me ocorreu a ideia de filmar a queima de fogos que aconteceria. Não de perto, mas de um local que eu adoro e que fica bem distante da Árvore: a Mesa do Imperador. A aproximadamente 487 metros acima do nível do mar, como dizem as plaquinhas que tem afixadas por lá e como se pode ver pela imagem abaixo.


Comecei a subida para a Mesa às quatro da tarde. Subi os quatro quilômetros, a pé, a partir da entrada e cheguei lá pelas 17 horas e fiquei aguardando. Não aconselho a visitação desse ponto turístico no horário que o vídeo foi gravado! À partir das 18 horas o local, que não possui iluminação, fica quase sem policiamento, somente algumas patrulhas que ficam rondando os 7 quilômetros de estrada que compreendem o Parque Nacional da Floresta da Tijuca, mas elas permanecem por mais tempo perto dos mirantes da Vista Chinesa e da Mesa do Imperador.  Para quem tiver curiosidade sobre como é o local durante o dia: seguem abaixo algumas imagens.


















A queima de Fogos aconteceu por volta da 21 horas e eu estava só, numa quase completa escuridão. "Quase" porque o céu permanecia com alguma iluminação embora eu não pudesse ver o luar. A queima em si durou aproximadamente 7 minutos e foi muito bonita mesmo àquela distância. Acho que teria aproveitado melhor com alguma companhia e sem o temor constante de ser assaltado, mas valeu pela recordação.


Também não aconselho descer quatro quilômetros a pé passando por trechos da estrada em um breu quase total por causa da falta de iluminação e das árvores que se fecham sobre a rua... De dia o cenário é muito bonito e convida a uma caminhada, embora tenha que se ter cuidado com os carros (em sua imensa maioria dirigidos por motoristas mal educados que vão ao local visitar ou o usam para cortar caminho). Durante a noite não há quase nada o que se ver, mas nesse dia foi isso e foi bem bonito.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Ódio

     Odeio o que esses tempos modernos fazem às pessoas...Não que eu seja "vintage" e ame coisas velhas... Longe disso, muito longe... Não conheço uma pessoa que seja mais interessada em tecnologia do que eu, mas não estou interessado muito na parte de desenvolvimento, embora me excitem as inovações ao ponto de aumentarem a minha, já alta ansiedade, segundo minha antiga professora de História das Ideias: o grande mal do mundo moderno do qual todos sofremos em diferentes intensidades. Dessa tecnologia eu estou mais interessado no que ela pode fazer por mim, mesmo que eu não possua grana para comprá-la: são as possibilidades que me deixam entusiasmado quanto à tecnologia e seus admiráveis avanços. [...]

    Desculpem o devaneio... Meu ódio pelos tempos atuais deve-se à necessidade de aumento ou manutenção de altos níveis de produção (em especial a intelectual, mais valorizada na sociedade de hoje) que é exigida das pessoas que queiram manter seus empregos e sobreviver nesse mercado de trabalho. Não digo que eu não consiga fazer isso ou quer seja totalmente errado... O que digo é que a maioria das pessoas não consegue mais separar o ritmo da vida pessoal do compasso acelerado da exigente vida profissional. Não critico as causas disso... Reclamo de um dos efeitos: o "querer para agora" como se não houvesse amanhã. Um imediatismo que não condiz com avanços na vida social, como aumentos na "qualidade" e na expectativa de vida. É como se todos estivessem desesperados para viver, como se a vida acabasse amanhã; mais: como se avida acabasse no próximo minuto.

      Às vezes não entendo essa relação de aumento da expectativa de vida e aumento quase proporcional do imediatismo, em especial na vida pessoal. Antes morríamos mais jovens (ou menos velhos... como você vê?) e o ritmo de vida era muito mais lento, hoje, vivemos mais e corremos para aproveitar o máximo do mundo antes que ele acabe... Não somos imortais, mas me espanto com os riscos que a juventude de hoje corre. Tudo pela experiência, mesmo que no fim sequer haja uma lembrança dessa experiência. Isso talvez tenha origem na máquina: quanto mais tempo "funcionamos" mais do mundo nos vemos obrigados a "processar" sem reter nada. Uma  necessidade de nos equipararmos às nossas criações (tecnologia), que vemos como o próximo passo evolutivo: não podemos nos tornar máquinas mas podemos nos integrar a elas "funcionar", através da integração, no mesmo compasso da máquina; claro que sempre com a esperança inconsciente de não perdermos aquilo que nos difere da máquina. Humanos? Quantos somos? E em quais momentos somos? Certamente não todos e com certeza nunca em todos os momentos.

     Será que estamos todos nos tornando as máquinas que criamos para nos ajudar, para nos entreter? Máquinas de carne que buscam a satisfação do prazer (ou ilusão de assimilação do mundo...) a todo o momento e em cada momento, como se não fosse haver uma próxima oportunidade? Nem me atrevo a colocar o termo "redes" nessa baia de reclamações que exponho aqui... É isso. O texto se chama ódio, mas poderia muito bem chamar-se exposição de ideias. Não é minha intenção tentar adivinhar como isso vai terminar...

sábado, 14 de julho de 2012

Meu amor


Admito que às vezes nos desentendemos.
Sim, pois nenhuma relação de amor é perfeita!
Há momentos em que tenho vontade de mudar...
Fazer algo novo, diferente, experimentar.
Nessas horas ela grita e algumas vezes a discussão fica feia.
No fim, ela vence. Não me permite, lembra-me que:
Nunca deixou o meu lado, nem por um segundo.
Sempre confortou-me nos piores momentos.
Fez por mim o que nenhuma outra faria.
Eu estaria sendo infiel a todo o amor e dedicação.
Toda a dedicação ao longo de tantos e tantos anos
Ah! A culpa! Ela me conhece mesmo muito bem.
Meu ponto fraco! E, afinal, ela não pode mentir para mim...
Sei que é tudo verdade. Quem nega sua “salvadora”?
Foram anos, se não felizes, ao menos suportáveis.
E não é uma reclamação, mas, talvez, resignação...
Não me iludo e nem me irrito com suas palavras.
Nem nego. Sei que devo muito a ela.
Nas decepções da vida era para ela que eu sempre voltava.
Ah! Não se engane! Amo-a mais que a mim mesmo!
Não me deixa experimentar nada de "novo".
Sei que é por ciúmes de que a abandone.
Ciúme bobo. Já provei que não posso abandoná-la.
Ela é parte de mim como meu coração ou meu cérebro.
Removê-la seria como cometer suicídio.
Não posso deixá-la e não quero.
Sobre esse tempo em que rompemos...
Eu só quis um pouco mais da vida!
Não gosto de falar disso... Continuava vendo-a todos os dias.
Pode-se dizer que mesmo separados continuávamos ligados...
Um amor que eu tentava negar por uma fantasia...
Não durou muito tempo essa minha aventura.
Logo quis voltar para a tranquilidade e proteção de seus braços.
Tinha medo de ela não me aceitar de volta.
Tinha medo de tê-la perdido, de que nunca reatássemos.
E mesmo reatando, nunca mais sermos os mesmos...
No fim tentamos de novo e com grata surpresa.
Vi-me mais amarrado que nunca aos seus cuidados comigo.
Dedico esse texto mal escrito à Minha Amada.
Monotonia
Ou como a chamo na intimidade de nossa vida.
Meu amor, Rotina

domingo, 8 de julho de 2012

Troféus...


           Troféu é aquilo que você carrega (não, você não anda com ele) com você para exibir e se exibir (por que não? afinal é o simbolo de uma conquista, não?...) para os outros (tudo em função do outro, por que negar... é a nossa natureza... no fundo somos todos "pavões"...).
           Você não olha apaixonadamente um troféu você simplesmente o admira (não pela sua beleza... mas, sim, pela sua representatividade), como Narciso uma vez o fez, embora este o tenha feito de maneira mais sincera, pois admirou verdadeiramente seu próprio reflexo em uma superfície que não poderia ser mais pura, mais simples, tão "sem valor aparente" do que... a água...
       Hoje nossos (sim nossos, pois deles somos DONOS) troféus vem nas mais diferentes cores e tamanhos, alguns tem sabor, já outros são perfumados... Alguns são admirados por serem tão belos como obras de arte (ou algo que as valha a quem não tenha sensibilidade suficiente para apreciá-las...).
           E, vejam só! Alguns até mesmo falam! Não! Não são truques da tecnologia... Um troféu é sempre um troféu, e por seu dono sempre será visto assim. Como o objeto que é. Esses troféus falantes são mais difíceis de serem identificados como simples coisas. Os não possuidores desses objetos dotados de alta subjetividade só tem a "sensibilidade" necessária para vê-los como tal por estarem já a muito tempo e muito profundamente enredados na "teia" social.
            O valor material de um troféu só é exercido quando este é mostrado ao outro. Aí sim! Nós, mordidos pelo ciúme, queremos protegê-lo; chamá-lo de "nosso". Quando não nos vemos cercados de estranhos o nosso valioso troféu volta a se transformar na mais simples das coisas, como a água [...], e é neste momento que conseguimos medir seu valor real. O quanto ele representa para nós quando estamos a sós, não para exibir e se exibir, mas talvez, pela sua capacidade de nos fazer felizes no mais solitário dos momentos.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Ano novo, velhos "hábitos"...


O verdadeiro time do coração do brasileiro

          Um ano novo começa trazendo, para alguns, esperanças de mudança. Certo? Bem... Pelo menos para a torcida corintiana esse 2012 vai ficar só na esperança. Ao que parece o sonho de superar a torcida do rubro-negro carioca como a maior do país, se isso for possível, ainda vai demorar alguns anos. O porquê dessa afirmação encontra-se em frios dados divulgados nesse começo de ano pela Caixa Econômica Federal sobre uma de suas loterias.




           A Timemania é uma loteria que conta com uma grande quantidade de times do cenário do futebol brasileiro e no ano de 2011 arrecadou cerca de 160 milhões de reais em apostas em todo o país. Embora sejam números expressivos, não são esses dados que foram levados em conta. O diferencial dessa modalidade de aposta em relação às outras está em uma marcação extra chamada “time do coração” em que o apostador marca um time dentre os 80 times disponíveis no volante. Para um melhor entendimento é só verificar a foto abaixo, em que se pode ver que são feitas duas  marcações (dois jogos em um mesmo volante): uma numérica e a outra do time do coração, tendo as duas, inclusive, premiações distintas. Caso tenha dificuldades de visualizar é só clicar na imagem para ver uma versão ligeiramente ampliada.

         A premiação da marcação do time do coração é o que se poderia considerar, em se tratando de loterias da CEF, como irrisória, pois o prêmio é de R$ 5,00, para uma aposta mínima de R$ 2,00. Obviamente o time do coração não é o incentivo maior para que se jogue nessa modalidade. Aparentemente sem valor como loteria, essa modalidade secundária “agregada” a uma principal (numérica) tem valor inestimável como instrumento de pesquisa. Há que se informar aqui que a CEF fez campanhas em diversos meios para informar as pessoas logo no início dessa modalidade de loteria sobre o cunho “social” de ajuda aos clubes brasileiros, em especial os endividados.
          No ano passado o Flamengo teve um total de 4.949.692 de indicações, ou 6,20% do total, parece pouco, mas levando-se em consideração que há um total de 80 times para serem escolhidos e que todos no Brasil que fazem a sua aposta podem escolher, ou “votar” no seu time, é um número expressivo.
          Há que se levar em conta, para efeitos de pesquisa, que muitos apostadores deixam de marcar o time para que torcem na vida real e marcam um outro qualquer, um que eles acham que tenha mais chance de ser sorteado, mas isso depende da cabeça de cada apostador. Ele pode estar mais “apostador” ou mais “torcedor” no dia que marcar o volante da aposta, isso podendo ocorrer para o torcedor/apostador de qualquer time.
          A surpresa (ou não...), está na pouca disparidade entre essa “apuração” da CEF e a das que os institutos conceituados apuram em suas pesquisas norteadas por rígidas normas e regulamentos. O fato que pode ser retirado desses dados da loteria é o de que o Flamengo foi o 1º colocado no “ranking” da CEF deixando a torcida do time paulistano em segundo lugar. A diferença no total de indicações ou “torcedores” entre Flamengo e Corinthians foi de 1.157.274, número superior ao de indicações totais de times como o Atlético/PR e Vitória/BA. Embora alguns possam dizer que as pessoas escolhem se vão jogar ou não o que permanece é que essa escolha é aberta a todos e o preço mínimo da escolha é o mesmo para qualquer um: R$ 2,00. Em uma eleição mais democrática que a própria escolha que fazemos quanto aos políticos da nação em que somos obrigados a votar. Nessa “eleição” como na norte-americana, por exemplo, é o cidadão quem escolhe se vai votar ou não.
         Um novo ano começa... Pode até ser cheio de esperanças de mudança, mas nem mesmo um título do principal concorrente do "Mais Querido" foi capaz de mudar os ânimos dos brasileiros quanto à preferência nacional em relação ao futebol nesse ano que acabou de nascer. Pelo menos não se considerarmos os dados de uma das mais recentes apurações quanto ao "time do coração" da Timemania. É só olhar e ver por si só na imagem abaixo...

Fonte: Site das loterias da CEF - http://www1.caixa.gov.br/loterias/index.asp