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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Habitual falta de sorte...



Habitual falta de sorte


          Um dia desses joguei na loteria. Durante semanas fiz planos para quando tivesse aquela montanha de dinheiro em minhas mãos.
          O sorteio havia sido no dia seguinte à compra do bilhete, mas tamanha era a euforia com os possíveis destinos e a quantidade de dinheiro do prêmio que não conferi o resultado. Era bom sonhar com as mudanças, mas sempre com um pé na realidade porque mesmo com esperanças de ganhar não mudei minha rotina de vida.
          Dois meses depois fui conferir o bilhete e percebi que mais uma vez não havia ganhado nada. Não me abalei diante disso, talvez por sempre ter sabido que é muito difícil ser premiado.
          A grande "jogada", para mim pelo menos, de se apostar na loteria sempre foi poder sonhar com o prêmio porque a vida não é como a gente quer: entre o sonho e a realidade, existe um anjo mau que resiste ao nosso desejo.

O texto acima é de minha autoria e faz parte de um exercício de Português II da faculdade, foi pedido que fizéssemos uma narrativa que terminasse de certo modo (exatamente a parte sublinhada). O exercício valia 10 , mas eu tirei 7, devido à "falta de criatividade"... Na minha opinião eu achei a narrativa um pouco curta e "dura", mas de modo algum pouco criativa.

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